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1234. Esse é o número de ingressantes deste ano no Bacharelado em Ciências e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (BCT/ECT). Em seus primeiros dias na Escola de Ciências e Tecnologia, os ingressantes foram recepcionados no III AcolhECT. O evento teve o objetivo de dar boas-vindas aos discentes e divulgar informações importantes sobre o bacharelado, o maior curso em número de alunos da UFRN. 

Organizado por tutores, professores, alunos, Direção e Coordenação do curso, o AcolhECT foi realizado nas turmasde primeiro período à tarde e à noite. Houve várias apresentações. Desde a expressão das expectativas dos professores para este semestre e a explanação sobre as  principais funcionalidades do SIGAA até a exibição de um vídeo sobre as ênfases das engenharias a que o curso dá acesso. Os ingressantes assistiram também a depoimentos de ex-alunos e participantes de projetos como a Empresa Júnior da Escola de Ciências e Tecnologia (Eject), GIM Makers e de membros do Diretório Acadêmico. Ao final, os ingressantes participaram de um quiz e ganharam brindes. 

 “Gerar o sentimento de que você faz parte do curso é muito importante. CeT é um curso incrível, que abre várias portas. Dar caminho para os calouros sobre informações básicas do curso e ênfase é fundamental, e é ótimo fazer já que também estive no lugar deles”, afirmou Frankson Souza, que está no último período do BCT e fez parte da equipe que organizou o evento deste semestre. A professora Jossana Ferreira, assessora acadêmica da ECT, também esteve diretamente envolvida com a organização do evento. Segundo ela, o Acolhe tem como objetivo recepcionar os alunos de uma forma mais calorosa e amigável, mostrando que, mesmo com turmas numerosas, o aluno tem vários pontos de apoio na ECT e em toda UFRN.

O BCT, também chamado de CeT, é o maior da UFRN e implementou o ensino com turmas numerosas, que podem chegar a 120 alunos ou mais. Dentre os cerca de 1.300 ingressantes, há pouco mais de 250 meninas, que representam menos de 20% do total de alunos (veja o gráfico). Esse panorama expressa as desigualdades de gênero que há em áreas como a engenharia. Segundo dados do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), as mulheres representam cerca de 25% do total de pesquisadoras e professoras em áreas como a Engenharia e as Ciências da Computação. 

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Infográfico por Angelica Andrade, em 12/08/2019


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