PLE “arrasa” na monitoria! Eles trabalham a todo vapor para ajudar alunos com dificuldades na escrita e enfatizar sua importância no mundo dos números!

 

Esta semana, paralelo com a Cientec, está ocorrendo o Seminário de Iniciação à Docência (SID), atividade realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e organizada pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd).

 

O objetivo do Seminário é a divulgação de projetos cujos temas são referentes às atividades de monitorias, bem como discussões, debates e conversas, entre alunos, professores e interessados, a fim melhorar a qualidade do ensino na graduação.

 

Ontem (19), tive a oportunidade de participar, como ouvinte, do SID.  Uma das apresentações que acompanhei foi ‘Monitoria em Práticas de Leitura e Escrita I: atuação no Bacharelado em Ciências e Tecnologia, orientada pela professora Ada Lima. Trabalho de uma das monitorias de Prática de Leitura e Escrita (PLE) do Bacharelado em Ciências e Tecnologia (BCT) da Escola de Ciências e Tecnologia (ECT).

 

Durante a apresentação do trabalho, os monitores tiveram a oportunidade de explicar os objetivos da monitoria em PLE, como ela é realizada e quais têm sido os resultados desse trabalho.

 

O projetos de monitoria em PLE são executados desde a implantação do BCT e contribuem no desenvolvimento da escrita, leitura e análises de textos de seus alunos, tanto na língua portuguesa quanto inglesa. Habilidades essas, de extrema importância, principalmente entre discentes muitas vezes refratários ao conhecimento das ciências humanas.  A escrita sempre vai ser um dos meios de comunicação mais válidos e importantes, tanto na academia, como na nossa vida em geral.

 

“A gente vive numa sociedade que tem a escrita no centro. As coisas são validadas quando são escritas. É preciso o tempo inteiro você se comunicar com pessoas oralmente ou por escrita”, afirma Ada Lima.

 

Diante da importância da leitura e escrita e diante do desafio das turmas grandes da ECT (140 alunos), a monitoria foi criada, objetivando atender os alunos que apresentam dificuldade, ou aqueles que querem aprimorar seus conhecimentos. As ações de 2015 de PLE são coordenadas pelos professores: Ada Lima, Glícia Tinoco, José Romerito, Lauro Meller e Marcela Silvestre.

 

 

Como a monitoria funciona?

 

Bem, como as disciplinas de PLE 1, PLE2 e PLEI (inglês) são dadas no primeiro ano do curso e são obrigatórias, os monitores – que são treinados – tiram as dúvidas dos alunos, ajudando nas dificuldades de cada um, já que em uma turma de 140 alunos é impossível um professor atender a todos.

 

Além das dúvidas, os monitores também aplicam pré-avaliações, ajudam com aulas virtuais e auxiliam na correção das provas, ou seja, ele é o braço direito do professor.

 

Essa forma de trabalho gera ganhos para todos os envolvidos. O aluno, porque tem suas dúvidas sanadas e uma matéria melhor compreendida. O professor, que além de contar com o auxílio docentes, tem a oportunidade de acompanhar a turma e encontrar as particularidades de cada uma. O monitor, enquanto ajuda um aluno, está aprimorando a sua habilidade de ensinar, como também aprendendo cada vez mais a matéria ensinada.

 

Com isso é possível perceber a importância que a monitoria em PLE tem, pois evita futuros problemas de comunicação escrita no mundo acadêmico, facilitando a conversa interdisciplinar nesse meio.

 

Não deixem de acompanhar a SID, que ocorrerá até amanhã (21/10).